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#Polêmica

Qual é a Idade Pra Fazer a Primeira Tatuagem?

16 de novembro de 2010

Russo de 13 anos, filho de tatuador, tem os dois braços quase inteiramente tatuados.

Filho de tatuador tem o braço direito quase totalmente tatuado, incluindo mãos e dedos, e o braço esquerdo com o antebraço, mãos e também dedos tatuados. O Pai fez todas as tatuagens e se orgulha do filho querer ter sua arte no corpo.

Imagem: 13 anos e já todo tatuado

Qual é o limite do jovem? Passou dos limites??

A Criatividade Manda um Abraço

20 de outubro de 2010

Saiu no Jornal Extra que circula aqui pelo Rio uma reportagem, no dia 24 de setembro uma capa um tanto polêmica, mas bem diferente e criativa.

Capa Dupla: Jornal Extra

Daí parece que as revistas Veja e Istoé tomaram gosto pela coisa especialmente neste mês de outubro…

Capa Dupla: Veja

Capa Dupla: IstoÉ

O curioso é a imparcialidade, em ambos os casos eu não consigo dizer quem apóia quem, é um mistério.

Suvaco é a Nova Moda

11 de outubro de 2010

Não me perguntem como, mas cheguei na seguinte notícia:
Axilas merecem cuidados especiais

Que mulher não gosta de ter as axilas sempre lisinhas e bem cuidadas? E, para tanto, precisamos nos depilar. O problema é que os métodos mais comuns costumam remover parte da barreira natural da pele nessa área do corpo.

Imagem: Azedume

O que tem de propaganda e produtos pra deixar o suvaco da mulherada mais bonito é impressionante. A moda agora é clarear a axila. E a mulherada lá, consumindo tudo…

Fico pasmo com a capacidade da indústria de beleza em inventar problemas para as mulheres. Até sabonete especial pra lavar lá os “países baixos” eles inventaram. Como se tudo que existiu até agora fosse errado.

Fico pensando, qual será a próxima moda? virilha? a parte de trás da orelha? o Oritimbó?

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

Pesquisas Só Atrapalham a Votação

4 de outubro de 2010

“Ah… eu não vou votar no fulano mesmo, ele já perdeu a eleição…” ou “Vou votar logo na tal pessoa, já que ela está ganhando”. Já escutei MUITO desse papo por aí e a verdade é que pesquisas realmente influenciam as eleições.

Até aí tudo bem, o problema é quando as pesquisas começam a bater na trave, daí começa a ficar sério.

Vejamos no dia 30 de setembro, dois dias antes das eleições como estavam as pesquisas:

Imagem: Datafolha até o dia 30 de setembro

Mostra Dilma com 47%, Serra com 28% e Marina com 14%. Depois, o Datafolha, no sábado (dia 2), segundo reportagem do Estadão, mostrava:

Dilma: 51%
Serra: 29%
Marina: 17%

E o fim da história vocês sabem né? (ou deveriam saber), depois de 99% das urnas apuradas, o resultado final foi segundo turno da seguinte forma:

Dilma: 46,91%
Serra: 32,61%
Marina: 19,33%

E isso é com margem de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Em nenhum dos casos a margem foi respeitada. No caso da Marina, erraram para baixo, no Serra em quase 1 ponto e meio a baixo e na Dilma em quatro pontos para mais. E isso pro povo que tá indeciso é um prato cheio pra tomar decisões…

Imagem: Ô gente, que porra é essa?

Voto Palhaço

1 de outubro de 2010

Imagem: Voto Palhaço

O candidato a deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva, mais conhecido como Tiririca, provavelmente será o candidato a deputado mais votado do país, com cerca de novecentos mil votos. É evidente que boa parte desses votos, se não a maior parte, é composta por votos de protesto. Depois que as urnas eletrônicas foram implantadas, o pobre do eleitor não pode mais sequer conferir seu voto ao macaco Tião, por exemplo. Alguns eleitores do Tiririca talvez pensem:

já que a nossa política está essa palhaçada, melhor colocar um palhaço no Congresso.

Assim, ao menos, obriga-se a velha política a conviver lado a lado, em pé de igualdade, com o Tiririca. Certo ou errado, não deixa de fazer algum sentido.

Imagem: Argumento interessante

Agora a polêmica são as suspeitas de que o candidato Tiririca seja analfabeto, sendo, assim, inelegível. Se isso for verdade, Tiririca faria parte de significativa parcela da população que não sabe ler e escrever. Segundo o IBGE, 9,7% da população maior de 15 anos é analfabeta. 14,1 milhões de brasileiros, portanto. Em algumas regiões, como o Nordeste, o índice é de mais de 18%… Será que essa parcela da população não merece ser representada no Congresso? Qual é a justificativa para impedir que um analfabeto seja eleito, mas, por outro lado, permitir que vote e pague impostos? Lei de 1981 impedia o voto de pobres e analfabetos, mas não impedia que eles fossem eleitos. Agora parece ser o contrário…

Imagem: Tiririca Elementar

Alguns poderão dizer que um analfabeto não teria condições de analisar ou mesmo propor projetos de lei, já que não sabe ler e escrever. Talvez. Mas esse argumento também poderia ser utilizado, por exemplo, para permitir a eleição apenas de pessoas formadas em Direito, afinal, para aprovar, rejeitar e alterar leis, seria preciso entender de normas jurídicas também. A resposta, eu sei, é óbvia: o deputado pode ter assessores para auxiliá-los com as questões jurídicas. Sim, pode, mas também pode ter assistentes que auxiliarão na leitura e redação de projetos. Ora, se a impossibilidade de ler e redigir projetos sozinho fosse o grande problema, deveríamos impedir também a eleição de candidatos cegos.

Imagem: Ceguinho

Outro problema que coloco para vocês. Qual é a definição de analfabeto? Quem consegue escrever o próprio nome já seria considerado alfabetizado? Ou é preciso saber ao menos ler as sílabas e escrever o abecedário? Ou é necessário entender o que se está lendo? Confesso que não pesquisei a definição de analfabeto utilizado nas pesquisas realizadas pelo IBGE, mas aposto que se as pesquisas considerassem também os analfabetos funcionais, ou seja, aqueles que até conseguem ler, mas que não entendem o que estão lendo, os números seriam bem maiores. Com o nível da educação que temos no Brasil, suspeito que metade da população não passaria numa simples prova de compreensão de texto…

Imagem: IBGE

Além disso tudo, não custa lembrar o que foi dito por um famoso colunista político cujo nome, no momento, não recordo: todos os grandes escândalos e mazelas desse país foram causados por gente alfabetizada e com pleno domínio da escrita e da leitura. Lendo isso em consideração, talvez fosse o caso de permitir apenas a eleição de analfabetos…

A conclusão de toda essa lenga-lenga, meus caros, seria muito simples, não fosse o singelo artigo 14, §4º da nossa Constituição Federal, que diz apenas o seguinte: “São inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos”. É, aí fica difícil…

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Este texto foi escrito pelo grande Ricardo.

Prazer, este é o Brasil #06

29 de setembro de 2010

Sabem a expressão vergonha alheia? (que por acaso usei até no post aqui embaixo) Então, existem dois momentos para esta expressão “vergonha alheia”… pré-Weslian Roriz e pós-Weslian Roriz.

Explicando o caso, o Joaquim Roriz (marido da Weslian Roriz) renunciou a candidatura a Governo de Brasília pra escapar de ser cassado pela Lei Ficha Limpa. Daí ele teve uma idéia brilhante… pensou “ô benhê, você não tem problema na justiça né??” E em um ato bonito colocou sua mulher pra disputar a vaga para governadora de Brasília. Moleza né?

Vejamos então como ela se saiu no debate.

Do kibe

Mais uma Questão Sobre o Voto Nulo

24 de setembro de 2010

Imagem: O gatinho que gostava de conversar sobre o voto nulo

No educativo e provocativo post sobre o voto nulo, deu pra ver alguns argumentos a favor do voto nulo que, se eu não confiasse muito nos comentaristas, poderia pensar que é pura preguiça de pesquisar conhecer os candidatos, ou então que estão deixando a decepção por uma escolha passada afetar uma decisão presente, que terá impacto no futuro de todos.

Mas não é o caso… é?

Aqueles que pretendem votar nulo, certamente o farão porque conhecem a proposta e/ou a história de TODOS os candidatos (à presidente, pelo menos) e certamente tem um motivo racional para não votar em CADA UM DELES, não é?

Imagem: Gatinho concorda em não votar nulo

Agora para a parte mais polêmica do post:

Em tempo, o voto nulo favorece o candidato mais forte porque não altera a composição de votos. Quem vota nulo está dando “meio voto” para o candidato vencedor e, querendo ou não, será responsável pela eleição de nosso futuro governante. Em outras palavras, quem vota em algum candidato pode dizer: “meu candidato ganhou” ou “meu candidato não ganhou”, mas quem vota nulo só pode dizer: “eu contribuí para que o atual governante fosse eleito, mesmo que de forma passiva”.

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Este texto foi escrito por Rodolfo Aquino cientista político, historiador, pesquisador, professor, estofador e… ok, brincadeira é só um amigo meu que também tem esta questão interessante sobre o voto nulo e quis dividir com vocês sua opinião aqui no Chongas para discutirmos mais sobre o assunto.

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o comentário mais racional entra aqui abaixo e será discutido em próximos posts.