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Colunista: Musicorama

They are… Phoenix

Phoenix não é nenhuma novidade no cenário musical mundial. Sua trajetória já é um pouco longa (se comparada a bandas mais atuais), já adquiriu respeito por músicos, fãs e até mesmo cineastas.

O motivo de ser destaque por aqui é seu cd novo: “Wolfgang Amadeus Phoenix” lançado este ano que confirma a qualidade desta banda e seu devido e merecido reconhecimento. A banda começou a se formar em 1999, no subúrbio de Versailles em Paris, dentro do movimento que originara Daft Punk e Air.

Sua formação atual é: Thomas Mars (vocais), Deck D’Arcy (baixo), Laurent Brancowitz (guitarra), Christian Mazzalai (guitarra), Thomas Hedlund (bateria) e Robin Coudert (teclado).

Graças ao seu primeiro álbum “United” o Phoenix começou a “aparecer”: Cativou a diretora Sofia Coppola que incluiu o hit “Too Young” na trilha sonora de seu filme “Lost in Translation” (em português: Encontros e Desencontros).

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Colunista: Musicorama

Miss Platnum.ro

Ela vem do distante mundo da Romênia. Maaas… sua aparência é completamente o contrário de um vampiro subnutrido!
Com muita simpatia e um sotaque obviamente característico de suas origens, Miss Platnum vem conquistando tudo o que sempre quis: sucesso.
Com poucos anos de vida Ruth Maria Renner (nascida em 1980) se mudou com sua família para Berlim, aonde anos depois desenvolveria seu gosto e talento musical para se formar em música.

Seu primeiro disco lançado, Rock Me em 2005, foi um fracasso que a levou a beber e se drogar:

“Eu tentei tirar tudo que estava na minha cabeça, porque eu não sabia por onde começar tudo de novo. Eu pensei que tinha feito tudo muito bem, eu tinha me identificado com o álbum. Depois percebi que tinha me insipirado demais em outros músicos. (…) Vi que tinha que focar em mim mesma e em minhas particularidades.”

Foi uma fórmula que deu certo, pois após lançar seu segundo disco Chefa (2007), que Miss Platnum firmou sua carreira.

Suas influências são claras: uma mistura boa de Hip Hop e R&B, e, é claro o que faz seu trabalho ser tão característico e atual: o folclore balcânico. (Podemos dizer que ela não é a única a incorporar estilos de sua nacionalidade em sua música. A cantora M.I.A do Sri Lanka também abusa de seus recursos nacionais.)

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Colunista: Musicorama

Várias bandas dizem por aí que fazem um autêntico rock ‘n’ roll.

Mas poucas se lembram da atitude, filosofia e estilo de vida que só esse tipo de música pode nos trazer. Sem falar na liberdade, tanto de expressão (com as músicas de protesto) e a mais puuura sensação de estar livre neste mundo, sem tem horário pra chegar, pra ir, voltar…

Imagine você, sozinho em seu carro preferido viajando por uma estrada com um sol impiedoso literalmente a rachar sua inocente cabeça. A sua frente nada a não ser uma trilha de asfalto maravilhosa lhe levando ao destino tão sonhado. Uma boa música de rock deveria ser escutada assim, durante uma viagem em direção ao nada, sem hora pra voltar. Só você o vento e a música…

Parece meio poético? Sim!
Rock é agressivo, rebelde, inconseqüente? É.
Mas quem disse que não tem espaço pra poesia?
E foi ouvindo Black Drawing Chalks, que pensei: Nossa! Tá aí, aquele tipo de música pra se ouvir na estrada.

O Lema dos garotos não deixa de ser clichê, porém bom e sempre eficiente: Mulheres, bebidas e rock, muito rock!

Em seu MySpace a frase (e nome de seu segundo cd):

“Life is a big Holiday for us” (A vida é um grande feriado para nós).

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Colunista: Musicorama

Energia de outro planeta!

Quem disse que brasileiro não sabe fazer um ótimo rock & roll?

E ele pode vir dos lugares mais inesperados, pois quem disse que no interior só se faz música sertaneja? E é em Campinas que se prova e se ouve totalmente o contrário de música sertaneja. Tem uma banda fazendo um trabalho muito bom e vem ganhando destaque nesta respectiva cidade.

Diretamente do interior paulista para o Brasil e o mundo inteiro a banda que neste momento tem uma de suas músicas encrementando a série da MTV Descolados. Eles vêm trabalhando na idéia da banda desde 2002, mas, só agora tem ganhado mais espaço.

Venus Volts! Que é formada por Trinity (isso é muito matrix, mas tudo bem…) que é a vocalista, Pellé nos vocais e guitarra, Dinho no Baixo, Filipe na guitarra e Du que é o batera e ainda acumula funções de compositor de todas as músicas.

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Colunista: Musicorama

Overdose Brasileira

A favor dos pedidos insistentes, resolvi escrever o Musicorama de hoje sobre uma banda brasileira. Mas, para incrementar, resolvi fazer sobre mais duas. Enfim, acabei me empolgando com a idéia e achei que nada seria mais justo, pois há muito tempo não escrevo nada sobre o cenário nacional!

Então, pra começar, um projeto que vem se destacado por sua versatilidade, singularidade e atitude. Diretamente do Rio de Janeiro: Banda Dona Joana!

Logo de cara sua descrição no Myspace sugere um som descontraído, alegre e para todos os momentos:

“Dona Joana é uma adorável senhora banda, de idade indefinida e octógona personalidade. Nascida do espetáculo Cabaré Valentin, ela viaja de fusca por aí distribuindo suas cintilantes notas musicais pelo mundo.”

Seu estilo musical não é definido, já que a banda mistura muitas tendências e tipos diversos de música. Mas essa “mistura” acaba sendo muito bem sucedida resultando num som cheio e muito bem (porque não dizer) arquitetado.

É muito fácil se identificar com cada música, pois, o cotidiano é um elemento comum em todas as músicas que são gostosas de ouvir por causa de sua melodia.

O visual dos integrantes gera toda uma teatralidade que é um ingrediente muito especial e que não pode faltar para este projeto tão singular.

Destaque para as músicas: “Amor de Mãe”, “ Tequila”, “Depois Daquele Baile” (que é uma marchinha muito charmosa), “Invisível Eu” (que me lembrou muito as músicas dos filmes do Tim Burton) e pra quem gosta de uma boa balada recomendo a “Pleno Carnaval”.

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Colunista: Musicorama

Ele não é mais um bebê…

Alguém se lembra deste guri?

Pra quem não se lembra, alguns fatos importantes (importantes????):
– O pequeno Jordy, um garotinho francês nascido em 1988, fez muito sucesso no começo dos anos 90.
- Com apenas quatro anos de idade entrou para o livro Guinness por ser o cantor mais jovem a ter um single no primeiro lugar em vendas.
- O tal single é “Dur dur d’être bébé” que vendeu que nem água na França. Só fez sucesso aqui no Brasil um ano depois. Ele se apresentou até no programa da Hebe!

Enfim, depois de ser banido da televisão e rádio pelo governo francês sob acusações de que seus pais estariam o explorando, de um fracassado parque temático que levava seu nome (La Ferme de Jordy, “A fazenda de Jordy”) e do divórcio de seus pais que resultou em sua emancipação, o Jordy, agora crescidinho, escreveu uma autobiografia (Je ne suis plus un bébé, “Eu não sou mais um bebê”).

(Ironia mode on) Quaaanta experiência de vida, hein?! (Ironia mode off).

Daí você pensa: “Putz… em que pode resultar um garoto que aos quatro anos conseguiu seus 15 minutos de fama “empurrado” pelos pais e com uma música que hoje te faz rir pra não chorar?”
Jordy & The Dixies. É nisso que resulta.

É impressionante como certas pessoas se viciam em serem famosas e tentam de tudo para fazer sucesso outra vez.

Com Jordy não foi diferente. Antes de lançar sua autobiografia, ele participou de um reality show francês o La Ferme Célébrités 2 em 2005 (no qual foi o vencedor). Esta foi a primeira aparição dele em 10 anos. (tava fazendo muita falta, né? Poxa…)

Mas o interessante é que parece que desta vez alguém acertou. Agora, Jordy com 21 anos tem sua própria banda: Jordy & The Dixies.

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Colunista: Musicorama

Os 50’s não morreram!!!

– Melhor que a Amy Winehouse?
– Mais estilosa que a Lady Gaga?
– Menos histérica que a Duffy?

Uma coisa é certa: as novas sensações da música atual adooram fazer releituras de estilos musicais do passado. É o exemplo das cantoras citadas acima.

VV Brown não fica de fora deste grupo. Com seu cabelo de diva da música ela traz à tona aquelas músicas bem bonitinhas dos anos 50, isso sem faltar mistura com a música eletrônica e rockabilly.
Ela nasceu em Northampton, no Reino Unido. É a mais velha de seis irmãos, e tem descendência porto-riquenha graças a seus pais.

Suas influências musicais são óbvias: cresceu ouvindo música do início do séc. XX, e quando pequena aprendeu a tocar órgão, piano clássico e jazz em uma escola de artes musicais que freqüentava nos finais de semana. Com isso sua voz se desenvolveu maravilhosamente, o que lhe deu abertura e segurança para negar as cinco (eu disse cinco!!!) aprovações de universidades renomadíssimas!!!

Mas até que esta não foi uma troca ruim para esta guria que está fazendo muito sucesso e prometendo muito mais na Europa.

No seu Myspace ela define a música de seu “debut álbum” (“Travelling Like the Light” lançado em 13 de julho) deste jeito:

“Esse é o tipo de música que soa como uma performance: dramático, carismático, e frenquentemente, louco como uma caixa de sapos.”

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Colunista: Musicorama

Voldemort Can’t Stop the Rock!!!

Ninguém nega que Harry Potter é uma febre mundial, e eu como fã (muito fã meesmo!) posso dizer isso. É impressionante a diversidade de produtos que podem ser fabricados com o nome Harry Potter! Chega até a encher o saco, pois… poxa!, o que interessa é o livro, a história (toda significativa) e os filmes que virão depois, certo?

ERRADO! Todos se aproveitam desta epidemia e entram na onda de J.K. Rowling das mais diversas e bizarras formas.

E aproveitando a bombástica estréia de Harry Potter e o Enigma do Príncipe, é que eu lhes apresento as influências potterianas no mundo da música:

Vou logo avisando: é bizarro e muito engraçado!!! O som pode não ser dos melhores, mas não podemos negar a criatividades destas bandas.

A primeira tem o nome mais óbvio de todas: Harry and The Potters. Em seu site tem até um slogan: “Nós cantamos músicas sobre livros.”

Logo de cara em seu Myspace vemos um comentário ambicioso de um guri de 13 anos que os define desta maneira: “Esses caras são bons. Eles são melhores que os Rolling Stones, mas não tão quietos quanto os Beatles.” (tá né…)

Enfim, o que você precisa saber é eles são pioneiros do mais novo estilo Wizard Rock (rock bruxo), formaram a banda em 2002 e são de Norwood, Massachusetts. Eles são irmãos (Joe e Paul DeGeorge) e preferem sempre se apresentar em livrarias.

A banda carrega um estilo tipo indie, mas o que diferencia o wizard rock de um simples indie são as suas letras, todas com referências ao mundo da magia.

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Colunista: Musicorama

O Grande Rosa

Sempre gostei de sons fortes. Sejam eles de rock ou música eletrônica, eu sempre gostei mesmo. Isso pode provar que seus compositores tem o que mostrar para seu público, que tem do que falar seja através de suas experiências musicais ou pessoais.

Se tem conteúdo tem múscias fortes, se tem músicas fortes tem qualidade.
O gênero eletrônico pode nos proporcionar este tipo de força através de vários recursos como por exemplo os extintos (mas nem tanto nos dias de hoje) sintetizadores, guitarras distorcidas e as maravilhosas batidas secas.

Mas o melhor mesmo da música eletrônica é a capacidade de reinvenção de seus propagadores. Sempre está surgindo uma dupla, trio, enfim, alguém que faz algo novo e inesperado.

Então, foi da amizade de Robbie Furze e Milo Cordell que surgiu no ano de 2007 o The Big Pink. Eles são considerados muito importantes no cenário new raver da Inglaterra por serem os responsáveis pelo lançamento de materiais de bandas novas através de seus pequenos selos, é o que aconteceu com os Klaxons e The Crystal Castles.

Enfim o importante agora é o que esta dupla anda fabricando com o nome The Big Pink.
Depois de ganharem o prêmio Philip Hall Radar Award assinaram seu contrato com a gravadora 4AD e lançaram sua melhor música até então: Velvet.

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Colunista: Musicorama

E depois de Distillers: Spinnerette!

Você gosta ou aprecia o estilo de Courtney Love?

E a Joan Jett e seus Blackhearts? Curtia?

Então, com certeza, você vai gostar do Spinnerette! E mais do que isso, vai gostar da nova fase de Brody Dalle! (sim, aquela guria dos cabelos espetados super estranhos!!!)

Assim como o Chinken Foot que foi a banda postada anteriormente, o Spinnerette é um projeto que chama a atenção por juntar muita gente boa num lugar só: Brody Dalle, Tony Bevilacqua (ambos do Distillers), Alain Johannes (Queens of Stone Age, Eleven) e Jack Irons (Red Hot Chilli Peppers, Pearl Jam e Eleven).

Pra quem é fã dos Distillers: pode se acalmar, a banda não foi desmanchada!

O Spinnerette foi formado em Março de 2007 somente para, digamos, acolher um repertório que segundo a própria Brody Dalle não tinha nada a ver com os Distillers:

”As músicas pareciam fora do contexto e inapropriadas para o Distillers. Sentia que podia tomar um outro sentido dividindo-as com outras pessoas” .

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Chonguito